A barra sob cada indústria mostra quanto cada empresa pesa no valor de mercado do grupo listado aqui.
Valores em dólares. Receita disponível para 4.541 das 5.133 empresas;
nota calculada para 5.131 — as demais entram com tamanho e receita enquanto o balanço não é coletado.
Cotações do último pregão. O valor de mercado de 1.262 empresas
vem de fonte de mercado independente; o de outras 2.847 é calculado como ações × preço,
só para empresas americanas — em ADR o preço é do recibo e a contagem de ações da SEC é de ordinárias, o que
inflaria o valor em 5x, 10x, às vezes 50x. Onde não dá para conferir, o campo fica vazio em vez de receber palpite.
A saída óbvia foi testada e não serve: a razão do recibo está escrita no próprio 20-F ("cada ADS representa quatro
ações ordinárias") e foi lida de 830 empresas, mas medida contra 201 valores de mercado de fonte independente a
conta acerta 73% das vezes, contra 93% nas americanas. O erro não está na razão, está na contagem de ações que a
empresa estrangeira declara. Enquanto for assim, o campo continua vazio.
1.286 empresas têm a indústria conferida e uma frase escrita à mão dizendo
por que disputam a liderança. As outras 3.847 entraram pela classificação SIC que a
própria SEC atribui a cada empresa registrada, e aparecem
em itálico. O botão
Só as analisadas deixa
só as primeiras.
O que faz e
por que está aqui são duas perguntas diferentes, e a coluna da direita responde as duas.
A primeira parte sai do relatório anual da própria empresa — a seção em que ela se apresenta, resumida em
português; está preenchida em 5.082 das 5.133 empresas, e as que faltam são SPAC e fundo, que não têm
negócio para descrever. A segunda parte, em cinza, é a frase de liderança escrita à mão nas analisadas, e a sede
declarada no EDGAR com o porte do balanço nas de catálogo. Fato, não avaliação.
O minigráfico ao lado do FCF mostra o caixa livre dos cinco últimos exercícios fechados. Quando há ano negativo,
a linha tracejada é o zero e o traço vermelho desce até o ponto abaixo dela: é a diferença entre gerar caixa e
queimar caixa, que é o que o gráfico existe para mostrar.
Indústria grande demais deixa de ser indústria e vira pilha: ninguém disputa liderança com 400 concorrentes.
Duas foram divididas por um critério de fato. Banco regional americano, pelas quatro regiões do Censo dos EUA —
banco regional é regional de verdade. Farmacêutica e biotecnologia, por estágio: quem já fatura acima de
US$ 50 milhões disputa prateleira e preço, quem está em ensaio clínico disputa capital e resultado de fase.
Entra aqui toda empresa que a própria SEC lista como negociada na NYSE ou na NASDAQ e que entrega balanço.
Um registro é uma empresa: o JPMorgan tem sete preferenciais listadas e aparece uma vez, não oito.
Ficam de fora fundo fechado e ETF, que prestam contas por N-CSR e não entregam 10-K, e SPAC sem receita,
que é cheque em branco procurando empresa para comprar.
Quem publica o balanço em moeda local — Scotiabank em dólar canadense, POSCO em won, Stellantis em euro — entra
convertido pela taxa do Banco Central Europeu do dia. É aproximação assumida: o certo seria taxa de fechamento do
exercício para o balanço e taxa média do período para receita e lucro. Para porte e ordem de grandeza resolve;
para o número exato de uma empresa, vá ao balanço dela.
De onde vêm os dados. Balanço: fatos XBRL da SEC, registro público do governo americano, de uso livre.
Câmbio: taxas de referência do Banco Central Europeu. Cotação: camada de mercado, separada do resto.
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The bar under each industry shows how much each company weighs in the market value of the group listed here.
Figures in US dollars. Revenue is available for 4,541 of 5,133 companies;
a score is calculated for 5,131 — the rest appear with size and revenue until their filings are collected.
Prices are from the last session. Market cap for 1,262 companies comes from an independent market source;
for another 2,847 it is shares × price, and only for US companies — with an ADR the price is the receipt's while
the SEC share count is of ordinary shares, which would inflate the value 5x, 10x, sometimes 50x. Where it cannot
be verified the field stays empty rather than take a guess. The obvious workaround was tested and does not hold up:
the receipt ratio is written in the 20-F itself ("each ADS represents four ordinary shares") and was read from
830 companies, but measured against 201 independent market caps the arithmetic lands within 10% only 73% of the
time, against 93% for US companies. The error is not in the ratio — it is in the share count the foreign filer
declares. Until that changes, the field stays empty.
1,286 companies have a verified industry and a hand-written sentence saying why they contend for leadership.
The other 3,847 entered through the SIC classification the SEC assigns to every registered company, and appear
in italics. The
Reviewed only button keeps just the first group.
What it does and
why it is here are two different questions, and the right-hand column answers both.
The first comes from the company's own annual report — the section where it introduces itself — summarised in one
line. The second, in grey, is the hand-written leadership sentence for the reviewed companies, and the headquarters
declared in EDGAR plus balance-sheet size for the catalogue ones. Fact, not assessment.
The sparkline beside FCF shows free cash flow over the five most recent closed fiscal years. When a year is
negative, the dashed line is zero and a red tick drops to the point below it: that is the difference between
generating cash and burning it, which is what the chart exists to show.
An industry that gets too big stops being an industry and becomes a pile: nobody contends for leadership against
400 rivals. Two were split on a factual criterion. US regional banking, by the four Census regions — a regional
bank really is regional. Pharma and biotech, by stage: above US$ 50 million in revenue you compete for shelf space
and price; in clinical trials you compete for capital and trial results.
Included here is every company the SEC itself lists as traded on the NYSE or NASDAQ that files financial statements.
One registrant is one company: JPMorgan has seven listed preferred shares and appears once, not eight times.
Closed-end funds and ETFs are out, since they report on N-CSR and file no 10-K, as are SPACs with no revenue,
which are blank cheques looking for a company to buy.
Companies that file in a local currency — Scotiabank in Canadian dollars, POSCO in won, Stellantis in euros —
are converted at the European Central Bank reference rate of the day. This is an acknowledged approximation:
strictly it should be the fiscal year-end rate for the balance sheet and the period average for revenue and
profit. For size and orders of magnitude it holds; for one company's exact figure, go to its filing.
Where the data comes from. Financials: XBRL facts from the SEC, a public record of the US government,
free to use. Exchange rates: European Central Bank reference rates. Share prices: a market layer, kept separate
from the rest.
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